31.10.18

Voces Caelestes


Voces Caelestes é um grupo vocal de constituição variável, de acordo com as exigências das obras a interpretar. Esta característica, aliada à vasta experiência dos cantores que o integram – que se estende da música medieval à criação musical contemporânea –, permite às Voces Caelestes abordar um extenso repertório.

Assim, desde a sua estreia, em Setembro de 1997, o grupo tem interpretado obras de Machaut, Ciconia, Lantins, Dufay, Josquin, Lasso, Victoria, Gesualdo, Monteverdi, Allegri, Buxtehude, Bach, Händel, Vivaldi, Scarlatti, Haydn, Schubert, Beethoven, Brahms, Debussy, Ravel, Franck, Grieg, Stanford, Britten, Lloyd Webber e Lopes-Graça, entre outros. Paralelamente, tem feito incursões esporádicas nos domínios da ópera e de outros espectáculos multidisciplinares, tendo participado nas produções de Platée (Rameau), Cenas do Fausto de Goethe (Schumann), A Flauta Mágica, As Bodas de Fígaro (Mozart), A Filha do Regimento (Donizetti), Sonho de uma Noite de Verão (Mendelssohn), Peter Pan (Bernstein) e Rigoletto (Verdi) encenadas por Tito Celestino da Costa e nos espectáculos Deus. Pátria. Revolução (Luís Bragança Gil/Luísa Costa Gomes), Crioulo - uma ópera cabo-verdiana (António Tavares/Vasco Martins), Le Carnaval et la Folie (Destouches), Paride ed Elena (Gluck) e Armida (Mysliveček). A par do seu empenhamento na divulgação da música antiga portuguesa – traduzido, até agora, na apresentação de obras de Duarte Lobo, Filipe de Magalhães, Frei Manuel Cardoso, Estêvão Lopes Morago, Diogo Dias Melgaz, Francisco Martins, António Teixeira, Carlos Seixas, Francisco António de Almeida, João Rodrigues Esteves e Pedro António Avondano –, as Voces Caelestes têm dedicado especial atenção à música contemporânea. Neste âmbito, estrearam em Portugal as Street Songs, de Steve Martland, e apresentaram em estreia mundial obras de Alain Bioteau (Vat 69), Pedro Amaral (Os Jogadores de Xadrez) e Pedro Carneiro (… ni mots, ni signes…).

Este vasto repertório tem sido apresentado em diversos auditórios de Lisboa (Centro Cultural de Belém, Culturgest, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Municipal de S. Luiz, Jardim Botânico e Palácio Nacional da Ajuda, Sé Patriarcal, Basílica dos Mártires, Igreja de S. Nicolau, Igreja de S. Roque, Igreja de S. Vicente de Fora, Convento do Beato e Convento da Encarnação), bem como noutras localidades (Cascais, Castelo Branco, Caxias, Coimbra, Évora, Fátima, Guimarães, Mértola, Óbidos, Portimão, Porto, Santarém, Santiago do Cacém, Setúbal, Sintra, Tavira), no âmbito de algumas das mais prestigiadas manifestações musicais (Festival de Sintra, Festival Estoril Lisboa, Terras sem Sombra - Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo, Festival Internacional de Música de Coimbra, Primavera Musical - Festival Internacional de Música de Castelo Branco, Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura, Jornadas Internacionais "Escola de Música da Sé de Évora", Comemorações dos 250 Anos do Nascimento da Cantora Luísa Todi, Música em São Roque, Festival Internacional de Órgão de Lisboa, Festival Rota dos Monumentos, Festival das Artes). Em Agosto de 2006, as Voces Caelestes fizeram a sua estreia internacional, participando, com grande sucesso, no prestigiado Festival Internacional de Música Antiga de Daroca (Espanha). O grupo participou na gravação do CD de música sacra Alleluia, da soprano Teresa Cardoso de Menezes, gravou para a RTP excertos do Te Deum de Frei José Marques e Silva e colaborou com o agrupamento Os Músicos do Tejo na primeira gravação mundial da obra Il Trionfo d'Amore, de Francisco António de Almeida.

As Voces Caelestes têm-se apresentado a cappella e em colaboração com instrumentistas como a cravista Ana Mafalda Castro, a harpista Stéphanie Manzo, a pianista Ana Telles, a contrabaixista Marta Vicente, os organistas António Duarte, António Esteireiro, David Paccetti, Isabel Albergaria, João Vaz, Margarida Oliveira, Rui Paiva e Sérgio Silva, os violoncelistas Paulo Gaio Lima e Miguel Ivo Cruz e os percussionistas Abel Cardoso, Pedro Carneiro e Jean-François Lézé, e agrupamentos como Camerata Academica Salzburg, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, orquestra barroca Capela Real, Divino Sospiro, Ludovice Ensemble, Os Músicos do Tejo, Orquestra Aldrabófona, Quarteto ArtZen, Segréis de Lisboa e Sete Lágrimas, sob a direcção dos maestros Pedro Amaral, Stephen Barlow, Martyn Brabbins, Luís Bragança Gil, Pedro Carneiro, Harry Christophers, Laurence Cummings, Christian Curnyn, Osvaldo Ferreira, Sérgio Fontão, Alexander Frey, Leonardo García Alarcón, Manuel Ivo Cruz, Fernando Miguel Jalôto, Nicholas Kraemer, Marcos Magalhães, Massimo Mazzeo, Manuel Morais, Pedro Neves, Elio Orciuolo, Jean-Bernard Pommier, João Paulo Santos, Peter Schreier, Garry Walker e Michael Zilm.

30.10.18

Sérgio Fontão


Sérgio Fontão é Mestre em Direcção Coral pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tendo iniciado os estudos musicais aos cinco anos de idade, sob a orientação de seu pai, frequentou posteriormente a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo (Linda-a-Velha) e a Escola de Música do Conservatório Nacional (Lisboa), onde concluiu o curso de Canto, após estudos de Piano, Harpa e Percussão. Paralelamente, concluiu a licenciatura em Comunicação Social, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e o curso de Gestão das Artes, no Centro de Formação do Centro Cultural de Belém.

Frequentou cursos de aperfeiçoamento em Direcção Coral com Luc Guilloré, Tõnu Kaljuste, David Lawrence, Julian Wilkins, Simon Halsey, André Thomas, Frieder Bernius, Georg Grün, Peter Broadbent, Colin Durrant e Jo McNally; em Direcção de Orquestra com Robert Houlihan; em Canto com Jill Feldman, Marius van Altena, Max von Egmond, Peter Harvey e Tom Krause; e em Música Antiga com Richard Gwilt, Ketil Haugsand, Peter Holtslag, Jonathan Manson, Owen Rees e Rainer Zipperling.

Sérgio Fontão mantém uma intensa actividade como membro ou director de diversas formações vocais e instrumentais, realizando concertos em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Áustria, Itália, Malta, Brasil, Argentina, Uruguai, México, EUA, Canadá, Turquia, Índia, Japão e China. O seu trabalho inclui também a participação em espectáculos de ópera e teatro e a realização de gravações para cinema, rádio, televisão e em disco, para as etiquetas Aria Music, Deutsche Grammophon, Dinemec Classics, Fnac Music, Milan, Movieplay Classics, Naxos, Numérica, PentaTone, Philips, PortugalSom, Sole mio, Toccata Classics, Virgin Classics e Virgin Veritas, entre outras.

Tem dirigido um vasto repertório, que se estende da música medieval à criação musical contemporânea. Entre os diversos agrupamentos com os quais tem colaborado, contam-se Voces Caelestes, Coro Gulbenkian e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Lecciona as disciplinas de Técnicas de Direcção Coral e Instrumental e Coro e Conjuntos Vocais, no âmbito da licenciatura em Música na Comunidade (Escola Superior de Educação de Lisboa/Escola Superior de Música de Lisboa).

19.10.18

Schubert, Bruckner, Grieg e Nielsen em São Roque


> Sexta-feira, 19 de Outubro, 21h00
> Lisboa, Igreja de São Roque
> Concerto integrado na 30.ª temporada de Música em São Roque
> Mais informação em http://mais.scml.pt/tmsr/portfolio-items/voces-caelestes/

PROGRAMA

Anton Bruckner (1824-1896)
Ave Maria, WAB 6, para coro misto ** 

Edvard Grieg (1843-1907)
Suite Holberg, Op. 40 * 

Franz Schubert (1797-1828)
Gesang der Geister über den Wassern, para vozes masculinas e cordas graves ** 

Carl Nielsen (1865-1931)
Pequena Suite para Cordas (Nonet), Op.1 * 

Franz Schubert (1797-1828)
Missa n.º 2 em Sol maior, D.167 * 

Camerata Alma Mater
Voces Caelestes
Patrycja Gabrel, soprano
João Rodrigues, tenor
Hugo Oliveira, barítono
Pedro Neves, maestro *
Sérgio Fontão, maestro **

Neste concerto, o coro Voces Caelestes foi constituído pelos seguintes 28 cantores: 

Sopranos
Ariana Russo
Inês Lopes
Marisa Figueira
Mónica Antunes
Patrycja Gabrel
Sandra Lourenço 

Altos
Joana Esteves
Joana Nascimento
Manon Marques
Maria Salazar
Michelle Rollin
Patrícia Mendes 

Tenores
Aníbal Coutinho
João Custódio
João Rodrigues
João Sebastião
Manuel Gamito
Pedro Miguel
Rodrigo Carreto
Rui Aleixo 

Baixos
Filipe Leal
Hugo Oliveira
João Costa
José Bruto da Costa
Miguel Jesus
Pedro Casanova
Rui Bôrras
Tiago Batista

14.10.18

Schubert, Bruckner e Nielsen no Festival de Sintra

> Domingo, 14 de Outubro, 21h30
> Colares, Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção
> Concerto de encerramento da 53.ª edição do Festival de Sintra
> Mais informação em https://festivaldesintra.pt/camerata-alma-mater-coro-voces-caelestes/

PROGRAMA

Anton Bruckner (1824-1896)
Aequalle n.º 1 e n.º 2, WAB 114 & 1149, para trio de trombones
Ave Maria, WAB 6, para coro misto **

Franz Schubert (1797-1828)
Gesang der Geister über den Wassern, para vozes masculinas e cordas graves **

Carl Nielsen (1865-1931)
Pequena Suite para Cordas (Nonet), Op.1 *

Franz Schubert (1797-1828)
Missa n.º 2 em Sol maior, D.167 *

Camerata Alma Mater
Voces Caelestes
Patrycja Gabrel, soprano
João Rodrigues, tenor
Hugo Oliveira, barítono
Pedro Neves, maestro *
Sérgio Fontão, maestro **

Neste concerto, o coro Voces Caelestes foi constituído pelos seguintes 28 cantores:

Sopranos
Ariana Russo
Inês Lopes
Marisa Figueira
Mónica Antunes
Patrycja Gabrel
Sandra Lourenço

Altos
Joana Esteves
Joana Nascimento
Manon Marques
Maria Salazar
Michelle Rollin
Patrícia Mendes

Tenores
Aníbal Coutinho
João Custódio
João Rodrigues
João Sebastião
Manuel Gamito
Pedro Miguel
Rodrigo Carreto
Rui Aleixo

Baixos
Filipe Leal
Hugo Oliveira
João Costa
José Bruto da Costa
Miguel Jesus
Pedro Casanova
Rui Bôrras
Tiago Batista

28.7.18

A guerra e a paz em novas criações musicais

© Carlos Maduro

O Festival Estoril Lisboa que está a decorrer até hoje teve duas encomendas de novas obras dirigidas pelo director artístico, Piñeiro Nagy, aos compositores João Madureira e Eurico Carrapatoso.

***** 
Orquestra Metropolitana, Voces Caelestes, Pedro Neves (maestro), António Rosado (piano), José Tolentino Mendonça (narração). Obras de Debussy, Ravel e João Madureira. Lisboa, Claustro do Mosteiro dos Jerónimos. 20 de Julho, às 21h30

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Grupo Vocal Olisipo, Armando Possante (direcção), Tiago Bentes Rosário (piano). Obras de Duarte Lobo e Eurico Carrapatoso. Lisboa, Igreja de São Roque. 25 de Julho, às 18h

O centenário do fim da I Guerra Mundial é uma das linhas condutoras da programação do Festival Estoril Lisboa, a decorrer até este sábado, 28 de Julho, tendo servido de base às duas encomendas de novas obras dirigidas pelo director artístico, Piñeiro Nagy, a João Madureira (n. 1971) e Eurico Carrapatoso (n. 1962). A temática da guerra e a afirmação da esperança no Homem desencadearam respostas musicais com estéticas bem distintas, mas ambas alicerçadas numa forte sintonia com textos literários de notável qualidade e profundidade.

A estreia de Requiem pela Aurora de Amanhã, de João Madureira, no Claustro do Mosteiro do Jerónimos, pela Orquestra Metropolitana, dirigida por Pedro Neves, contou com a narração de José Tolentino de Mendonça, autor do poema que deu origem à composição. O concerto despertou uma adesão entusiástica do público que esgotou a lotação e, no final, aplaudiu longamente uma composição que pretende ser “um convite a abraçarmos a diversidade do mundo e a cuidar da Terra como casa comum”, palavras do Papa Francisco (encíclica Laudatio Si’, 2015) que João Madureira adoptou como mote e encontram eco no poema.

Num fluir contínuo, a peça dá espaço à interacção sequencial ou simultânea de vários planos sonoros: texturas instrumentais depuradas de apreciável colorido tímbrico nas quais reaparecem fragmentos musicais sob diferentes perspectivas; as vozes do agrupamento Voces Caelestes (dirigido por Sérgio Fontão), objecto de amplificação e usadas como se fossem instrumentos através de vocalizos (portanto de entoações de vogais em vez de palavras ou frases); e o texto de Tolentino de Mendonça, deixado intacto na voz falada do seu autor.

O poema é, em si mesmo, bastante musical e serve de estímulo à própria música, umas vezes de modo óbvio, como as “caixas de ritmos” que de imediato desencadeiam um discurso musical mais rítmico; outras num sentido mais abrangente. Com uma estrutura tripartida, o poema e a composição evocam primeiro o Universo para depois descer à Terra num tempo marcado pela guerra, por massacres e por desastres ecológicos, e finalmente atingir uma dimensão mais transcendente de encontro com a paz (“Deus cujo centro está em toda a parte fará renascer as espécies”). “Nem tradicionalista, nem vanguardista”, como o próprio gosta de se caracterizar, João Madureira confirma com esta obra um lugar de destaque no actual panorama da criação musical portuguesa.

A primeira parte do concerto foi também digna de nota, contando com uma interpretação do Prélude à l’après-midi d’un faune, sob a direcção de Pedro Neves, atenta às nuances de colorido e plasticidade de fraseados da música de Debussy e com a impetuosa prestação de António Rosado no Concerto para a mão esquerda, de Ravel, peça resultante de uma encomenda do pianista austríaco Paul Wittgenstein, que perdeu o braço direito na I Guerra Mundial. Contagiada por influências jazzísticas, esta obra combina momentos de forte poder dramático com passagens mais líricas. Ser destinada a uma só mão não impede a existência de passagens virtuosísticas complexas que Rosado executou com destreza e brio.

Alguns dias depois, na Igreja de São Roque, o Grupo Vocal Olisipo, dirigido por Armando Possante, fez a estreia da outra encomenda do festival: Te Deum em louvor da Paz, de Eurico Carrapatoso. Mais uma vez um público numeroso assistiu à estreia no âmbito de um programa que incluía também o Requiem a seis vozes, de Duarte Lobo (1565-1646), obra que se insere na rica tradição do tratamento polifónico dos textos e melodias de cantochão da missa Pro Defunctis por compositores ligados à Sé de Évora nos séculos XVI e XVII. O Grupo Vocal Olisipo interpretou-a no coro alto da Igreja de São Roque, o que constituiu uma boa opção acústica, demonstrando a sua ampla experiência no campo da polifonia portuguesa desta época. Na segunda parte, já junto ao altar-mor, em conjunto com o pianista Tiago Bentes Rosário, o Olisipo deu voz à nova partitura de Carrapatoso, compositor com quem tem uma colaboração de longa data, através de uma interpretação veemente, rica em contrastes expressivos e dinâmicos e tecnicamente sólida.

Articulada em sete andamentos, a obra combina o texto em latim do Te Deum, usado nas secções 2, 3, 5 e 6, com três poemas (Le dormeur du val, de Rimbaud, 1870; Si je mourais là-bas, de Appolinaire, 1915; e O menino da sua mãe, de Fernando Pessoa, 1926), que surgem nas secções 1, 4 e 7. Cria assim uma arquitectura coerente e uma dramaturgia a partir de elementos que à primeira vista poderiam parecer heterogéneos. Aos poemas associou os subtítulos “Pavana para...”, respectivamente, “um Infante dormido”, “uma Infanta distante” e “um Infante defunto”, alusão ao título da famosa peça de Ravel que se traduz também na evocação explícita das sonoridades da música francesa dos inícios do século XX. Estas contrastam com o tratamento rítmico e harmónico e o carácter mais incisivo e dramático do texto do Te Deum, o qual, em vez de dar continuidade à tradição musical exaltante e laudatória adquirida ao longo dos séculos, assume aqui uma expressão inquietante. No final, o poema de Pessoa atinge uma tocante expressividade musical, corolário de uma composição na qual Carrapatoso dá mais uma vez azo à sua atitude descomplexada na apropriação de linguagens e estilos e à sua habitual facilidade para provocar a empatia do público e dos intérpretes.

[Crítica de Cristina Fernandes, no jornal Público]

20.7.18

Requiem pela Aurora de Amanhã em estreia absoluta

> Sexta-feira, 20 de Julho, 21h30
> Lisboa, Claustro do Mosteiro dos Jerónimos
> Concerto integrado na 44.ª edição do Festival Estoril Lisboa
> Mais informação em http://www.festorilisbon.com/home/

PROGRAMA

Claude Debussy (1862-1918)
Prélude à l'après-midi d'un faune

Maurice Ravel (1875-1937)
Concerto para piano e orquestra em Ré maior, para a mão esquerda

João Madureira (n. 1971)
Requiem pela Aurora de Amanhã [estreia absoluta; encomenda do Festival Estoril Lisboa, no centenário do fim da I Guerra Mundial]

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Voces Caelestes
António Rosado, piano
José Tolentino Mendonça, texto e narração
Sérgio Fontão, direcção do coro
Pedro Neves, maestro

Neste concerto, o grupo vocal Voces Caelestes foi constituído pelos seguintes 8 cantores:

Sopranos
Marisa Figueira
Rosa Caldeira

Altos
Carmo Pereira Coutinho
Maria Salazar

Tenores
Manuel Gamito
Rodrigo Carreto

Baixos
Hugo Oliveira
Manuel Rebelo

9.5.18

Charpentier, Mozart e Beethoven na Eurovisão

> Quarta-feira, 9 de Maio, 21h30
> Lisboa, Terreiro do Paço
> Concerto integrado na programação da Eurovision Village
> Entrada livre

PROGRAMA

Marc-Antoine Charpentier (1643-1704)
Prelúdio do Te Deum, H. 146

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Concerto para Piano n.º 21, KV 467

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
4.º andamento da Sinfonia n.º 9, Op. 125, Coral

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Voces Caelestes
Inês Costa, piano
Ana Paula Russo, soprano
Cátia Moreso, meio-soprano
Marco Alves dos Santos, tenor
André Henriques, barítono
Sérgio Fontão, maestro do coro
Pedro Amaral, maestro

Neste concerto, o coro Voces Caelestes foi constituído pelos seguintes 36 cantores:

Sopranos
Ariana Russo
Inês Lopes
Marisa Figueira
Mónica Santos
Patrycja Gabrel
Raquel Alão
Rute Dutra
Sandra Lourenço
Tânia Viegas

Altos
Catarina Saraiva
Fátima Nunes
Inês Madeira
Joana Esteves
Mafalda Borges Coelho
Maria Salazar
Marta Queirós
Michelle Rollin
Patrícia Mendes

Tenores
Diogo Pombo
Frederico Projecto
Jaime Bacharel
João Custódio
João Sebastião
Manuel Gamito
Nuno Fonseca
Pedro Rodrigues
Rodrigo Carreto

Baixos
Carlos Pedro Santos
Fernando Gomes
José Bruto da Costa
Manuel Rebelo
Miguel Jesus
Nuno Gonçalo Fonseca
Pedro Casanova
Rui Bôrras
Tiago Batista