23.9.12

"O Jardim dos Poetas" em Sintra

 
> Sábado, 22 de Setembro, 16.30
> Domingo, 23 de Setembro, 16.30
> Jardim e Chalet da Condessa d'Edla
> Mais informações em http://www.parquesdesintra.pt/?p=newsDetail&NewsId=383

PROGRAMA

Gerald Finzi (1901-1956)
I Praise the Tender Flower (Robert Bridges)
White-Flowering Days (Edmund Blunden)

Eric Whitacre (n. 1970)
Three Flower Songs
1. I Hide Myself (Emily Dickinson)
2. With a Lily in Your Hand (Federico García Lorca, trad. Jerome Rothenberg)
3. Go, Lovely Rose (Edmund Waller) 

David Dickau (n. 1953)
O, My Luve’s Like a Red, Red Rose (Robert Burns) 

Irving Fine (1914-1962)
Have You Seen the White Lily Grow? (Ben Jonson) 

Morten Lauridsen (n. 1943)
Les Chansons des Roses (excertos)
1. En Une Seule Fleur (Rainer Maria Rilke)
2. Contre Qui, Rose (Rainer Maria Rilke)
3. De Ton Rêve Trop Plein (Rainer Maria Rilke)
4. La Rose Complète (Rainer Maria Rilke) 

Richard Rodney Bennett (n. 1936)
A Contemplation Upon Flowers (Henry King) 

Hugo Distler (1908-1942)
Es ist ein Ros’ entsprungen (anónimo, séc. XV) 

Herbert Howells (1892-1983)
A Spotless Rose (anónimo, séc. XV; versão inglesa de Catherine Winkworth) 

John Joubert (n. 1927)
There is No Rose of Such Virtue (anónimo, séc. XV) 

John Rutter (n. 1945)
There is a Flower (John Audelay) 

Benjamin Britten (1913-1976)
Five Flower Songs
1. To Daffodils (Robert Herrick)
2. The Succession of the Four Sweet Months (Robert Herrick)
3. Marsh Flowers (George Crabbe)
4. The Evening Primrose (John Clare)
5. Ballad of Green Broom (anónimo)

Voces Caelestes
Sérgio Fontão, direcção

Nestes concertos, o coro Voces Caelestes foi constituído pelos seguintes 16 cantores:

Sopranos
Mariana Moldão
Marisa Figueira
Mónica Santos
Susana Duarte

Altos
Joana Nascimento
Mafalda Borges Coelho
Manon Marques
Patrícia Mendes

Tenores
António Gonçalves
Frederico Projecto
João Barros
Pedro Miguel

Baixos
José Bruto da Costa
Manuel Rebelo
Nuno Pólvora
Rui Borras

29.4.12

Canções de Haydn no CCB

> Domingo, 29 de Abril, 15.00
> Lisboa, Centro Cultural de Belém [Sala Luís de Freitas Branco]
> Concerto integrado nos Dias da Música em Belém
> Mais informações em http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Diasdamusica2012/domingo/Pages/C12%202012.aspx

PROGRAMA

Joseph Haydn (1732-1809)
Canções a três e quatro vozes
1. Der Augenblick
2. Die Harmonie in der Ehe
3. Alles hat seine Zeit
4. Die Beredsamkeit
5. Der Greis
6. An den Vetter
7. Daphnens einziger Fehler
8. Die Warnung
9. Betrachtung des Todes
10. Wider den Übermut
11. An die Frauen
12. Aus dem Danklied zu Gott
13. Abendlied zu Gott


Voces Caelestes
Ana Mafalda Castro
, cravo
Sérgio Fontão, direcção

Neste concerto, o coro Voces Caelestes foi constituído pelos seguintes 16 cantores:

Sopranos
Graziela Lé
Marisa Figueira
Mónica Santos
Verónica Silva

Altos
Joana Nascimento
Mafalda Borges Coelho
Michelle Rollin
Patrícia Mendes

Tenores
Artur Afonso
Jaime Bacharel
João Branco
Pedro Miguel

Baixos
Fernando Gomes
José Bruto da Costa
Nuno Pólvora
Rui Borras

24.4.12

Concerto nos Dias da Música: entrevista

José Carlos Barreto entrevista Sérgio Fontão a propósito do concerto das Voces Caelestes nos Dias da Música em Belém, que terá lugar no CCB (Sala Luís de Feitas Branco), no Domingo, 29 de Abril, pelas 15 horas. Para ouvir, clique aqui: http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=2437162

23.4.12

Voces Caelestes nos Dias da Música em Belém


É já no Domingo, dia 29 de Abril, às 15 horas, que as Voces Caelestes se apresentam no CCB, no âmbito dos Dias da Música em Belém (concerto C 12). No programa, belíssimas canções de Haydn, com a colaboração de Ana Mafalda Castro (cravo) e Sérgio Fontão (direcção). Se ainda não tem o seu bilhete, apresse-se: já não restam muitos!

16.5.11

Alegria, alegria


Le Carnaval et la Folie

Por Destouches/La Motte
Os Músicos do Tejo/Coro Voces Caelestes
Lisboa, CCB, Pequeno Auditório
13 de Maio, 21h (última representação ontem)
Sala cheia

Trezentos e cinco anos depois da sua estreia em Versalhes, perante o rei de Inglaterra - então hóspede de Luís XIV - chegou a Lisboa a forma operática da comédie-ballet, fantasia cénica com narrativa contínua e argumento cómico, integralmente musicada. Na versão dos Músicos do Tejo, O Carnaval e a Loucura de La Motte e Destouches é uma lufada de ar fresco, garantindo hora e meia de permanente sorriso. À graça e elegância do libreto e da música acresce o impulso da dança, que o encenador Luca Aprea captou e alargou, transformando-o num princípio de fluidez que perpassa todo o espectáculo. O movimento mimético ou cíclico, a geometria coreográfi ca contaminam os corpos dos cantores, que se desdobram e completam na figura de verdadeiros dançarinos (Catarina Câmara e Pedro Ramos). Também a expressão moderna do movimento se deixa contaminar festivamente por gestos e figuras da dança barroca, tal como as cabeleiras, nos figurinos, nos surgem como sinal de antigas cortesias, certeiramente transmutadas em liberdades carnavalescas. À complexa e rigorosa leveza da encenação corresponde uma interpretação musical que, na sua ausência de esforço e atrito, quase desaparece enquanto tal, deixando-nos a sós com a fruição da trama teatral.

A base desta transparência é um excepcional quarteto de jovens cantores portugueses, todos com carreira europeia na área da música antiga: a soprano Ana Quintans (La Folie), os tenores João Fernandes (Le Carnaval) e Fernando Guimarães (Mercure/Plutus) e o baixo-barítono Hugo Oliveira (Momus). Em particular evidência, nesta ópera, estão os dois primeiros, que confirmam a todo o passo não só a superior competência vocal, como o impagável brio cénico. Carla Caramujo (La Jeunesse) surgiu correcta, embora com uma emissão vocal menos adequada ao fraseio barroco. Jennifer Smith (Vénus) e Luís Miguel Cintra (Júpiter) completaram o elenco; fazendo de deuses, e tendo eles próprios construído no palco (musical ou teatral) um estatuto quase mítico, valorizou-se na sua presença, sempre decorosa, mais a aura e a bênção do que a forma ou a pujança vocais. O Coro Voces Caelestes - enquadrado por um coro de actores - participou, com total entrega e perfeita segurança musical, na concepção teatral do espectáculo, de que foi o segundo pilar. Finalmente, a orquestra d’Os Músicos do Tejo, bem dirigida por Marcos Magalhães, demonstrou as qualidades de sonoridade, imersão estilística e coesão que a fizeram uma referência no panorama nacional da música antiga, tendo havido, contudo, uma ou outra passagem que sugeriu a necessidade de um pouco mais de rodagem.

[Jornal Público, 16 de Maio de 2011. Crítica de Manuel Pedro Ferreira.]

15.5.11

Ópera barroca francesa no CCB


> Sexta-feira, 13 de Maio, 21.00
> Sábado, 14 de Maio, 21.00
> Domingo, 15 de Maio, 16.00
> Lisboa, Centro Cultural de Belém [Pequeno Auditório - Sala Eduardo Prado Coelho]
> Mais informações em http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Opera/Pages/LE%20CARNAVAL%20ET%20LA%20FOLIE%20MAIO2011.aspx

PROGRAMA

André Cardinal Destouches (1672-1749), música
Antoine Houdar de La Motte (1672-1731), libreto
Le Carnaval et la Folie [comédie-ballet em um prólogo e quatro actos]

Marcos Magalhães, direcção musical
Luca Aprea, encenação e movimento
Marcos Magalhães e Luca Aprea, adaptação do libreto
Luca Aprea e Stefano Riva, concepção cénica
Daniel Worm d'Assumpção, iluminação
Carlos Moral Reis, realização cenográfica
Luca Aprea e Fátima Vicente, concepção de figurinos
Marcos Magalhães, Marta Araújo e Luca Aprea, produção
Bruno Coelho, produção executiva
Fátima Sousa, maquilhagem

Ana Quintans, La Folie
João Fernandes, Le Carnaval
Hugo Oliveira, Momus
Fernando Guimarães, Plutus/Mercure
Carla Caramujo, La Jeunesse
Luís Miguel Cintra [dia 13] e Job Tomé [dias 14 e 15], Jupiter
Jennifer Smith, Vénus

Catarina Câmara e Pedro Ramos, bailarinos

Maria Aguayo, João Vicente, David Cabecinha e Agustín Otón, actores

Voces Caelestes
Sérgio Fontão, direcção do coro

Os Músicos do Tejo
Florian Deuter, concertino

Neste espectáculo, o coro Voces Caelestes foi constituído pelos seguintes 12 cantores:

Sopranos
Graziela Lé
Mónica Santos
Rosa Caldeira

Altos
Carolina Figueiredo
Joana Nascimento
Manon Marques

Tenores
Jaime Bacharel
João Barros
Sérgio Fontão

Baixos
Horácio Santos
José Bruto da Costa
Rui Borras

8.2.11

Percursos da Música Portuguesa em DVD


A série documental Percursos da Música Portuguesa, da autoria do maestro Jorge Matta, já está disponível em DVD. São 14 programas onde se faz uma abordagem panorâmica da música erudita portuguesa (ou ibérica) entre os séculos XII e XXI.

Cada programa foca uma época, um género, um compositor ou um local, contando com intérpretes especializados na época e na música executada, de entre os melhores que vivem ou actuam regularmente em Portugal, numa relação estreita entre a música interpretada e os locais utilizados (por exemplo: a Sé de Évora nos séculos XVI e XVII, com alguns dos seus principais compositores; o complexo de Mafra, com os seus instrumentos e a música composta expressamente para lá).

Além do coro Voces Caelestes, participam nesta série o Coro Gulbenkian, o Opus Ensemble, a orquestra Divino Sospiro, as Vozes Alfonsinas, o Concerto Atlântico, o Quarteto Capela, o Coro Gregoriano de Lisboa, Olga Prats, Miguel Borges Coelho, João Paulo Santos, Pedro Caldeira Cabral, Ana Quintans, Luís Rodrigues, Carla Caramujo, João Vaz e Rui Paiva, entre outros.

Como comentadores, colaboram especialistas como Rui Vieira Nery, Manuel Pedro Ferreira, João Pedro d’Alvarenga, Manuel Carlos de Brito, Luísa Cymbron, Alexandre Delgado, Sérgio Azevedo e Tomás Henriques, entre outros.

Os temas tratados são:

1. Canto Gregoriano e primeiras formas de polifonia
2. Trovadores galaico-portugueses
3. Sé de Évora
4. Música de Corte, séculos XV-XVI
5. Vilancicos "negros" de Santa Cruz de Coimbra, século XVII
6. D. João V e a italianização da vida musical portuguesa
7. Música instrumental na segunda metade do século XVIII
8. A Basílica e o Convento de Mafra
9. O Teatro de S. Carlos
10. Luís de Freitas Branco
11. Fernando Lopes-Graça
12. Constança Capdeville
13. Electroacústica
14. Jorge Peixinho